HARARE (Reuters) - A Zimbabwean opposition legislator was badly beaten on Sunday as he tried to travel to Belgium, a day after his colleagues were stopped from taking a medical trip to South Africa, an official from his party said.
Nelson Chamisa, spokesman for the Movement for Democratic Change headed by Morgan Tsvangirai, was at Harare airport on his way to an Africa, Pacific and Carribean- European Union parliamentary meeting when about eight men pounced on him.
"He was badly beaten by men who jumped out of two unmarked cars at the airport," said William Bango, Tsvangirai's spokesman.
Chamisa was receiving treatment at a Harare hospital on his eye and left jaw and had lost a lot of blood, Bango said.
On Saturday, police stopped two other MDC leaders, Sekai Holland and Grace Kwinje, boarding a flight to South Africa for medical checks after they were beaten in police custody a week ago, their lawyer said.
Arthur Mutambara, the leader of a splinter MDC faction, was also stopped from traveling to South Africa, where he spends part of his time working, an MDC official said.
Police were not immediately available for comment.
Police arrested Tsvangirai and dozens of opposition and civic group leaders for holding an illegal rally several days ago, defense lawyers say.
18.3.07
16.3.07
Vamos ter mais de 9.000 milhões de pessoas
UNITED NATIONS (AP) — The world's population will likely reach 9.2 billion in 2050, with virtually all new growth occurring in the developing world, a U.N. report said Tuesday.
According to the U.N. Population Division's 2006 estimate, the world's population will likely increase by 2.5 billion people over the next 43 years from the current 6.7 billion — a rise equivalent to the number of people in the world in 1950.
Hania Zlotnik, the division's director, said an important change in the new population estimate is a decrease in expected deaths from AIDS because of the rising use of anti-retroviral drugs and a downward revision of the prevalence of the disease in some countries.
The new report estimates 32 million fewer deaths from AIDS during the 2005-2020 period in the 62 most affected countries, compared with the previous U.N. estimate in 2004.
This change contributed to the slightly higher world population estimate of 9.2 billion in 2050 than the 9.1 billion figure in the 2004 estimate, the report said.
According to the U.N. Population Division's 2006 estimate, the world's population will likely increase by 2.5 billion people over the next 43 years from the current 6.7 billion — a rise equivalent to the number of people in the world in 1950.
Hania Zlotnik, the division's director, said an important change in the new population estimate is a decrease in expected deaths from AIDS because of the rising use of anti-retroviral drugs and a downward revision of the prevalence of the disease in some countries.
The new report estimates 32 million fewer deaths from AIDS during the 2005-2020 period in the 62 most affected countries, compared with the previous U.N. estimate in 2004.
This change contributed to the slightly higher world population estimate of 9.2 billion in 2050 than the 9.1 billion figure in the 2004 estimate, the report said.
10.3.07
Hillary pronta a utilizar Bill Clinton
A senadora democrática Hillary Clinton declarou ontem ao Irish Times que, se acaso for eleita para a Casa Branca, tenciona nomear o marido, o antigo Presidente Bill Clinton, medianeiro de crises internacionais, designadamente no Médio Oriente.
“Sou muito favorável a que se recorra a antigos presidentes” para tais missões”, afirmou. Quando for Presidente, vou certamente apelar ao primeiro Presidente Clinto a que se dedique a estas questões muito difíceis que há pelo mundo fora”.
Hillary criticou o “empenhamento esporádico” da Administração de George W. Bush no conflito israelo-palestiniano e considerou que os Estados Unidos devem fazer mais pela região do Médio Oriente. Mas que para isso são necessários os esforços de um enviado especial com “talentos diplomáticos excepcionais e uma autoridade internacional”.
Segundo ela, é ao Governo israelita que cabe decidir o que é do seu interesse no dossier regional, “pois é ele que está na primeira linha”, face aos rockets palestinianos disparados a partir da Faixa de Gaza e aos atentados suicidas.
11 de Março de 2007
“Sou muito favorável a que se recorra a antigos presidentes” para tais missões”, afirmou. Quando for Presidente, vou certamente apelar ao primeiro Presidente Clinto a que se dedique a estas questões muito difíceis que há pelo mundo fora”.
Hillary criticou o “empenhamento esporádico” da Administração de George W. Bush no conflito israelo-palestiniano e considerou que os Estados Unidos devem fazer mais pela região do Médio Oriente. Mas que para isso são necessários os esforços de um enviado especial com “talentos diplomáticos excepcionais e uma autoridade internacional”.
Segundo ela, é ao Governo israelita que cabe decidir o que é do seu interesse no dossier regional, “pois é ele que está na primeira linha”, face aos rockets palestinianos disparados a partir da Faixa de Gaza e aos atentados suicidas.
11 de Março de 2007
10.2.07
Para que não esqueçamos o caso saraui
Bir Lehlou, (territoires libérés), 09/02/2007 (SPS) Le Gouvernement de la République Arabe Sahraouie Démocratique (RASD) a dénoncé vendredi "la décision du Gouvernement de Madrid de réarmer les forces marocaines", a déclaré le porte parole du Gouvernement de la RASD dans une déclaration écrite, dont SPS a reçu une copie.
La RASD a, d'autre part, appelé "la société civile espagnole et toutes les forces politiques démocratiques à intervenir en urgence pour stopper cette regrettable opération dont les effets sur la paix et la stabilité dans la région sont imprédictibles".
La RASD a, d'autre part, appelé "la société civile espagnole et toutes les forces politiques démocratiques à intervenir en urgence pour stopper cette regrettable opération dont les effets sur la paix et la stabilité dans la région sont imprédictibles".
5.2.07
Dados sobre a África do Sul
Research Surveys on Sunday are as follows (Figures in brackets are for 2005): How we live: Households 12.4 million; Houses 9.4 million; Shacks 1.3 million; Huts 1.7 million. What we have: Work 48% (45%); Indoor water 55% (52%);
No clean water 6% (9%) ;Flush toilet 57% (54%) ; Electricity 88% (86%). How we feel: Proudly South African — 96%; (Source: Research Surveys Poll as carried in The Sunday Times, 20070204)
No clean water 6% (9%) ;Flush toilet 57% (54%) ; Electricity 88% (86%). How we feel: Proudly South African — 96%; (Source: Research Surveys Poll as carried in The Sunday Times, 20070204)
21.1.07
A força do nacionalismo na sociedade turca
A forma como o adolescente Ogun Samast explicou o facto de ter assassinado o escritor de origem arménia Hrant Dink veio chamar a atenção para grupos como o Partido de Acção Nacionalista (Milliyetçi Hareket Partisi, MHP), porta-estandarte da extrema-direita turca, que se opõe ao pluralismo cultural e se opõe a uma etnicidade homogénea.
Para além de ter demonstrado o precário estado da liberdade de expressão num país com pretensões a vir a fazer parte da União Europeia, o assassínio do representante de uma minoria colocou em foco as posições de nacionalismo radical que de vez em quando parecem ganhar novo fôlego na sociedade turca.
Os nacionalistas sempre viram os apelos de Dink a um reconhecimento por Ancara de que foram chacinados muitos arménios durante a I Guerra Mundial como um insulto à honra da nação, que para eles é o valor supremo.
“O nosso grande ideal é elevar a nossa nação ao mais elevado nível de civilização e prosperidade”, disse Kemal Ataturk, que viveu de 1881 a 1938 e foi o fundador da República, herdeira do Império Otomano que existiu de 1299 a 1923.
Dezenas de intelectuais têm sido acusados de insultar a identidade turca, ao abrigo do artigo 301 do Código Penal revisto, aprovado pelo actual Governo mas que mesmo assim ainda deixa muito a desejar em relação aos cânones ocidentais.
Dia 3 deste mês, no Financial Times, o correspondente Vincent Boland fez uma análise da forma como “os turcos estão a ficar cada vez mais desiludidos com a Europa”, tendo assinalado o surgimento de um novo tipo de nacionalismo. E no dia 12 o académico turco Kaan Durukan sintetizou que, para a maioria dos seus compatriotas, “o nacionalismo é o menor denominador comum da sua identidade, independentemente do estatuto social, do poder económico e da filiação política”. J.H.
Para além de ter demonstrado o precário estado da liberdade de expressão num país com pretensões a vir a fazer parte da União Europeia, o assassínio do representante de uma minoria colocou em foco as posições de nacionalismo radical que de vez em quando parecem ganhar novo fôlego na sociedade turca.
Os nacionalistas sempre viram os apelos de Dink a um reconhecimento por Ancara de que foram chacinados muitos arménios durante a I Guerra Mundial como um insulto à honra da nação, que para eles é o valor supremo.
“O nosso grande ideal é elevar a nossa nação ao mais elevado nível de civilização e prosperidade”, disse Kemal Ataturk, que viveu de 1881 a 1938 e foi o fundador da República, herdeira do Império Otomano que existiu de 1299 a 1923.
Dezenas de intelectuais têm sido acusados de insultar a identidade turca, ao abrigo do artigo 301 do Código Penal revisto, aprovado pelo actual Governo mas que mesmo assim ainda deixa muito a desejar em relação aos cânones ocidentais.
Dia 3 deste mês, no Financial Times, o correspondente Vincent Boland fez uma análise da forma como “os turcos estão a ficar cada vez mais desiludidos com a Europa”, tendo assinalado o surgimento de um novo tipo de nacionalismo. E no dia 12 o académico turco Kaan Durukan sintetizou que, para a maioria dos seus compatriotas, “o nacionalismo é o menor denominador comum da sua identidade, independentemente do estatuto social, do poder económico e da filiação política”. J.H.
2.1.07
O Ocidente sempre apoiou a Etiópia
Bem se poderá dizer que a Administração de George W. Bush nada mais faz hoje em dia, ao apoiar a Etiópia contra os islamistas somalis, do que prosseguir uma linha traçada por D. João II de Portugal, o Príncipe Perfeito, quando em 1487 enviou Afonso de Paiva em demanda do Preste João, o imperador cristão etíope que Lisboa queria ter como aliado na luta contra “os infiéis”, que eram os muçulmanos.
Quando o Ocidente hoje em dia se refere à “Etiópia cristã”, apesar de as estatísticas dizerem que os cristãos não são ali muito mais do que os seguidores de Maomé (o anuário da CIA até os coloca em minoria), prossegue o imaginário de D. João II e de D. Manuel I, que se deixaram seduzir pelas igrejas e conventos que haveria naquela terra remota.
Tendo a partir do século XVI os reis de Portugal adoptado também, entre outros, o título de “senhores do comércio, da conquista e da navegação da Etiópia”, enviaram tropas a proteger o seu negócio e a combater os piratas somalis que infestavam as costas do Corno de África.
Os etíopes vivem no Estado africano que desde há mais tempo é independente, mas até hoje ainda não conseguiram definir uma fronteira clara com a Somália, antes tendo uma linha administrativa a separá-los da região de Oromo, no Sul do país vizinho. Essa mesma área por onde nos últimos 15 dias rodaram os seus tanques, em aliança com o frágil Governo que se encontrava aquartelado em Baidoa e que perdera para os islamistas o controlo de Mogadíscio, a capital.
De 1976 a 1978 travou-se a guerra de Ogaden, pela qual o regime de Siad Barre pretendia anexar uma parte da Etiópia e preparar a Grande Somália. E agora são as Forças Armadas de Meles Zenawi que alcançam Mogadíscio e Kismayo, como que, por intermédio de uma espécie de “Governo fantoche”, a tentarem constituir uma...Grande Etiópia.
Para que a tradição continue a ser o que era, os aliados somalis de Addis-Abeba solicitaram aos Estados Unidos que lhes garantam meios para proteger a costa. Exactamente o que os etíopes do século XVI pediram aos soberanos do longínquo Portugal. J.H.
Quando o Ocidente hoje em dia se refere à “Etiópia cristã”, apesar de as estatísticas dizerem que os cristãos não são ali muito mais do que os seguidores de Maomé (o anuário da CIA até os coloca em minoria), prossegue o imaginário de D. João II e de D. Manuel I, que se deixaram seduzir pelas igrejas e conventos que haveria naquela terra remota.
Tendo a partir do século XVI os reis de Portugal adoptado também, entre outros, o título de “senhores do comércio, da conquista e da navegação da Etiópia”, enviaram tropas a proteger o seu negócio e a combater os piratas somalis que infestavam as costas do Corno de África.
Os etíopes vivem no Estado africano que desde há mais tempo é independente, mas até hoje ainda não conseguiram definir uma fronteira clara com a Somália, antes tendo uma linha administrativa a separá-los da região de Oromo, no Sul do país vizinho. Essa mesma área por onde nos últimos 15 dias rodaram os seus tanques, em aliança com o frágil Governo que se encontrava aquartelado em Baidoa e que perdera para os islamistas o controlo de Mogadíscio, a capital.
De 1976 a 1978 travou-se a guerra de Ogaden, pela qual o regime de Siad Barre pretendia anexar uma parte da Etiópia e preparar a Grande Somália. E agora são as Forças Armadas de Meles Zenawi que alcançam Mogadíscio e Kismayo, como que, por intermédio de uma espécie de “Governo fantoche”, a tentarem constituir uma...Grande Etiópia.
Para que a tradição continue a ser o que era, os aliados somalis de Addis-Abeba solicitaram aos Estados Unidos que lhes garantam meios para proteger a costa. Exactamente o que os etíopes do século XVI pediram aos soberanos do longínquo Portugal. J.H.
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