C'est une décision qui éclate comme une bombe à fragmentation. Vendredi, vers trois heures du matin (à Bamako), le Mouvement national de libération de l'Azawad (MNLA), la rébellion touarègue, a proclamé l'indépendance de l'Azawad. Ce territoire, dont les frontières n'ont pas été précisées de manière universelle, est défini par les touareg comme un espace à part, et fait partie de revendications autonomistes depuis plusieurs décennies.
Cette fois, Billal ag Acherif, secrétaire général de la rébellion, dans un communiqué placé sur le site du MNLA, déclare l'indépendance unilatérale de cette région, assimilée dans les circonstances actuelles par le MNLA à l'essentiel des trois régions qui constituent le Nord du Mali (Tombouctou, Gao, Kidal).
6.4.12
A previsível proclamação de uma independência
O Movimento Nacional para a Libertação de Azawad (MNLA), uma organização secular que luta pela independência daquela região desértica do Sara, proclamou nesta sexta-feira “a independência de Azawad”.
“Nós proclamamos solenemente a independência de Azawad a partir de hoje”, anunciou Mossa Ag Attaher, porta-voz do MNLA, acrescentando que serão respeitadas “as fronteiras com os Estados limítrofes”, cita a AFP.
A insurreição separatista tuaregue do Mali – que vive um caos político – tinha já anunciado nesta quinta-feira o fim das suas operações militares na região Norte do país, manifestando a sua intenção de avançar para um processo de negociação política, visando a autodeterminação da população azawad, com a junta militar que tomou o poder em Bamaco.
Em Nova Iorque, o Conselho de Segurança da ONU exigira o “fim imediato das hostilidades” no país, condenando a junta militar que desmantelou o Governo na capital e os “ataques e pilhagens” dos grupos rebeldes no Norte.
A junta militar, apesar de admitir a constituição de um comité para a organização de eleições livres e democráticas, continua a recusar abandonar o poder e entregar o Governo às autoridades civis.
PÚBLICO
“Nós proclamamos solenemente a independência de Azawad a partir de hoje”, anunciou Mossa Ag Attaher, porta-voz do MNLA, acrescentando que serão respeitadas “as fronteiras com os Estados limítrofes”, cita a AFP.
A insurreição separatista tuaregue do Mali – que vive um caos político – tinha já anunciado nesta quinta-feira o fim das suas operações militares na região Norte do país, manifestando a sua intenção de avançar para um processo de negociação política, visando a autodeterminação da população azawad, com a junta militar que tomou o poder em Bamaco.
Em Nova Iorque, o Conselho de Segurança da ONU exigira o “fim imediato das hostilidades” no país, condenando a junta militar que desmantelou o Governo na capital e os “ataques e pilhagens” dos grupos rebeldes no Norte.
A junta militar, apesar de admitir a constituição de um comité para a organização de eleições livres e democráticas, continua a recusar abandonar o poder e entregar o Governo às autoridades civis.
PÚBLICO
5.4.12
Chivukuvuku segue o seu caminho
Luanda, 05 abr (Lusa) - O antigo dirigente da UNITA Abel Chivukuvuku, eleito terça-feira em Luanda para a liderança da nova coligação CASA, entregou hoje no Tribunal Constitucional a documentação exigida para a legalização da nova formação.
No final, em declarações à imprensa, Chivukuvuku disse estarem criadas as condições para a Convergência Ampla de Salvação de Angola (CASA) se preparar para ser "um governo patriótico" integrado por cidadãos "competentes e honestos".
Apresentada publicamente no passado dia 14 de março, a CASA integra dissidentes da UNITA, quatro partidos sem representação parlamentar e independentes.
Na terça-feira, no discurso com que encerrou os trabalhos da convenção constitutiva da coligação, Abel Chivukuvuku garantiu que a partir das próximas eleições gerais, ainda sem data marcada, Angola vai passar a ter um novo Governo "de natureza patriótica" para acabar "pacífica e ordeiramente os 32 anos de poder ininterrupto e nunca eleito", referindo-se à liderança de José Eduardo dos Santos.
A coligação pretende representar o centro do espectro político angolano, entre o MPLA, partido no poder desde a independência, em 1975, e a UNITA.
No final, em declarações à imprensa, Chivukuvuku disse estarem criadas as condições para a Convergência Ampla de Salvação de Angola (CASA) se preparar para ser "um governo patriótico" integrado por cidadãos "competentes e honestos".
Apresentada publicamente no passado dia 14 de março, a CASA integra dissidentes da UNITA, quatro partidos sem representação parlamentar e independentes.
Na terça-feira, no discurso com que encerrou os trabalhos da convenção constitutiva da coligação, Abel Chivukuvuku garantiu que a partir das próximas eleições gerais, ainda sem data marcada, Angola vai passar a ter um novo Governo "de natureza patriótica" para acabar "pacífica e ordeiramente os 32 anos de poder ininterrupto e nunca eleito", referindo-se à liderança de José Eduardo dos Santos.
A coligação pretende representar o centro do espectro político angolano, entre o MPLA, partido no poder desde a independência, em 1975, e a UNITA.
Angola: "Licenciatura em Corrupção"
By Rafael Marques de Morais On abril 5, 2012
Raros são os países, considerados em vias de desenvolvimento que, no espaço de uma década, criam mais de 20 universidades, entre públicas e privadas. Só em 2009, por decreto presidencial, o governo criou seis novas universidades públicas. Angola é um destes países onde a massificação do ensino superior é extraordinária. Desde a fundação da Universidade Católica, em 2001, como a primeira instituição de ensino superior privado em Angola, o governo reconheceu mais 15 universidades privadas.
O presente texto não pretende abordar a qualidade e a regulamentação do ensino superior no país e, por conseguinte, da educação no seu todo. Opta, sim, por desmistificar alguns dos procedimentos políticos e comerciais, assim como os conflitos de interesse que facilitam a proliferação de universidades, à luz da legislação em vigor.
Como primeiro caso de estudo, Maka Angola apresenta os resultados do seu trabalho de investigação sobre a Universidade Independente de Angola (UnIA), fundada em 2004, ano em que também iniciou as suas actividades.
Ler mais: http://makaangola.org/2012/04/a-universidade-independente-e-a-licenciatura-em-corrupcao/
Obrigado a Raúl F. Curvêlo, por me ter transmitido este trabalho
Raros são os países, considerados em vias de desenvolvimento que, no espaço de uma década, criam mais de 20 universidades, entre públicas e privadas. Só em 2009, por decreto presidencial, o governo criou seis novas universidades públicas. Angola é um destes países onde a massificação do ensino superior é extraordinária. Desde a fundação da Universidade Católica, em 2001, como a primeira instituição de ensino superior privado em Angola, o governo reconheceu mais 15 universidades privadas.
O presente texto não pretende abordar a qualidade e a regulamentação do ensino superior no país e, por conseguinte, da educação no seu todo. Opta, sim, por desmistificar alguns dos procedimentos políticos e comerciais, assim como os conflitos de interesse que facilitam a proliferação de universidades, à luz da legislação em vigor.
Como primeiro caso de estudo, Maka Angola apresenta os resultados do seu trabalho de investigação sobre a Universidade Independente de Angola (UnIA), fundada em 2004, ano em que também iniciou as suas actividades.
Ler mais: http://makaangola.org/2012/04/a-universidade-independente-e-a-licenciatura-em-corrupcao/
Obrigado a Raúl F. Curvêlo, por me ter transmitido este trabalho
3.4.12
Revoltosos querem acusar o Presidente Touré
Mali's ruling military junta has said it is considering charging the ousted president with high treason.
Coup leader Capt Amadou Sanogo said the junta may also charge Amadou Toumani Toure with financial misconduct.
The announcement came as the junta, which is under fire from the international community, called for a "national meeting" on Mali's future.
Army rebels deposed the government last month claiming President Toure had not done enough to fight Tuareg rebels.
"We call the entire political class and all civil society actors to... a national meeting which will begin on April 5," Capt Sanogo told journalists.
He added that the ousted president "could be the object of judicial proceedings for high treason and financial wrongdoing".
Since the military took charge, Tuareg rebels in the north have made significant territorial gains - including taking the World Heritage Site of Timbuktu over the weekend.
Mali's West African neighbours agreed on Monday to impose tough economic sanctions on the junta.
Earlier, the United States expressed concern that the political crisis in Mali is allowing radical Islamists to gain ground.
There have been reports of extremist Salafi groups moving into towns in the north taken over by Tuareg rebels in recent days.
BBC
Coup leader Capt Amadou Sanogo said the junta may also charge Amadou Toumani Toure with financial misconduct.
The announcement came as the junta, which is under fire from the international community, called for a "national meeting" on Mali's future.
Army rebels deposed the government last month claiming President Toure had not done enough to fight Tuareg rebels.
"We call the entire political class and all civil society actors to... a national meeting which will begin on April 5," Capt Sanogo told journalists.
He added that the ousted president "could be the object of judicial proceedings for high treason and financial wrongdoing".
Since the military took charge, Tuareg rebels in the north have made significant territorial gains - including taking the World Heritage Site of Timbuktu over the weekend.
Mali's West African neighbours agreed on Monday to impose tough economic sanctions on the junta.
Earlier, the United States expressed concern that the political crisis in Mali is allowing radical Islamists to gain ground.
There have been reports of extremist Salafi groups moving into towns in the north taken over by Tuareg rebels in recent days.
BBC
2.4.12
Em demanda da nação Azawad
Mali's neighbours are considering imposing an economic blockade to force its military leaders to step down, after rebels seized the whole of the north over the weekend.
West African leaders had given Mali's junta until Monday to leave power or face sanctions.
The army said it had staged its coup because the campaign against the Tuareg rebels had been poorly run.
But the Tuareg fighters have responded by making rapid advances.
After seizing the historic city of Timbuktu on Sunday, rebel spokesman Moussa Ag Assarid told the BBC that his forces had no intention of moving south, towards the capital, Bamako, but would consolidate their control of the areas they had seized.
His National Movement for the Liberation of Azawad (MNLA) group wants independence for the Tuareg's northern homeland, which it calls Azawad. Other rebel forces in the north have recently joined forces with Islamist militants in the region.
Former colonial power France has advised its nationals "whose presence is not essential" to leave the country - including those in Bamako.
There are around 5,000 French nationals in Mali, the AFP news agency reports.
Belgium and the UK have issued similar advice.
The coup and rebellion have exacerbated a humanitarian crisis in Mali and some neighbouring countries, with aid agencies warning that 13 million people need food aid.
BBC
West African leaders had given Mali's junta until Monday to leave power or face sanctions.
The army said it had staged its coup because the campaign against the Tuareg rebels had been poorly run.
But the Tuareg fighters have responded by making rapid advances.
After seizing the historic city of Timbuktu on Sunday, rebel spokesman Moussa Ag Assarid told the BBC that his forces had no intention of moving south, towards the capital, Bamako, but would consolidate their control of the areas they had seized.
His National Movement for the Liberation of Azawad (MNLA) group wants independence for the Tuareg's northern homeland, which it calls Azawad. Other rebel forces in the north have recently joined forces with Islamist militants in the region.
Former colonial power France has advised its nationals "whose presence is not essential" to leave the country - including those in Bamako.
There are around 5,000 French nationals in Mali, the AFP news agency reports.
Belgium and the UK have issued similar advice.
The coup and rebellion have exacerbated a humanitarian crisis in Mali and some neighbouring countries, with aid agencies warning that 13 million people need food aid.
BBC
1.4.12
O capitão Amadou Sanogo
Le chef des putschistes maliens, le capitaine Amadou Sanogo, donné mort par des rumeurs circulant à Bamako et annonçant aussi un contre-coup d'Etat imminent, s'est présenté samedi à la télévision nationale pour assurer qu'il était bien vivant. "Bonsoir, peuple du Mali, bonsoir compagnons d'armes, bonsoir citoyens. Je suis le capitaine Sanogo et je suis ici en bonne santé, tout va bien", a lancé l'officier avant de laisser la place à un porte-parole qui a assuré que toute l'armée le soutenait. Le capitaine Sanogo préside le Comité national pour le redressement de la démocratie et la restauration de l'Etat. Amazigh World.com
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