16.6.12
Quem é quem em Azawad
Le 7 juin 2012, le MNLA a mis en place un Conseil Transitoire de l’Etat de l’AZAWAD(CTEA)de 28 membres, dont la composition est la suivante : 1. Président : Monsieur Bilal AG ACHERIF 2. Vice-président : Mahamadou DJERI MAIGA 3. Secrétaire à la Présidence Mahmoud AG AGHALI 4. Chargé des relations Extérieures et de la Coopération Internationale Monsieur Hama AG MAHMOUD 5. Chargé de la Défense Nationale Colonel Mohamed NAJIM 6. Chargé de l’Administration du Territoire Alla AG ELMEHDI 7. Chargé de la Sécurité Intérieure Colonel Hassane AG FAGAGA 8. Chargé de l’Economie et des Finances, Altanata AG EBALAGH 9. Chargé de l’Information Monsieur Mossa AG ASSARID 10. Chargé de la justice Monsieur Saïd BEN BELLA 11. Chargé du Commerce et des Transports Bilal AG OUSMANE 12. Chargé de l’orientation et de la Prédication Islamique Monsieur Abdallah AG ALBACKAYE 13. Chargé des Mines, de l’Energie et de l’Eau Monsieur Ahmed Mohamed AG GUIDI 14. Chargé de la Communication et des Nouvelles Technologies Mohamed Lamine Ould AHMED 15. Chargé des Azawadi de l’Extérieur, des Droits de l’Homme et de l’Action Humanitaire Ibrahim AG MOHAMED ASSALECK 16. Chargé de la santé et des Affaires sociales Monsieur Habitika AG ASSAMADO 17. Chargé de l’Education Monsieur Abdoulkarim AG MATAFA 18. Chargé de l’Agriculture, de l’Elevage et de la Pêche Monsieur Ghabdi AG MOHAMED IBRAHIM 19. Chargé de la Cohésion Sociale, du Règlement des conflits et de la Réhabilitation de l’Autorité Coutumière Monsieur Mohamed Ousmane AG MOHAMEDOUNE 20. Chargé de la Jeunesse et des Sports Monsieur Mohamed Zeyni Aguissa MAIGA 21. Chargé de la Culture, de l’Artisanat et du Tourisme Monsieur Aroudeyni AG HAMATOU 22. Chargé de l’Environnement Monsieur Baye AG DICKNANE 23. Charge de la Promotion de la Femme, de l’Enfant et de la Famille Madame Nina Wallet INTALLOU 24. Chargé des Domaines de l’Etat, du Foncier et de l’Urbanisme Monsieur Akli Iknane AG SOULEYMANE 25. Chargé Fonction Publique Emploi et formation professionnelle Monsieur Abdoulaye SEYDOU DICKO 26. Porte Parole du Conseil Hama AG SIDAHMED 27. Chargé des anciens combattants, des Martyrs et des Victimes de guerre Youssouf AG ACHEICK 28. Chargé du Plan et de la Statistique Assarid AG MOHAMED
TPI: o primeiro lugar é para a Gâmbia
Fatou Bensouda, a former Gambian justice minister, has been sworn in as the International Criminal Court's new chief prosecutor in The Hague. She becomes the first African to hold the post. She is taking over from Argentinian Luis Moreno Ocampo, who is stepping down after nearly a decade in office. The BBC's Anna Holligan says one of Ms Bensouda's earliest priorities will be bringing Saif al-Islam Gaddafi, the son of the late Libyan leader, to justice. Ms Bensouda will also be overseeing the ICC's first trial of a former head of state, when the Ivory Coast's ex-President Laurent Gbagbo appears in court. Liberia's former leader, Charles Taylor, was tried by a UN-backed court trying those responsible for the atrocities during Sierra Leone's civil war. 'Calm and sensitive' At the swearing-in ceremony in The Hague, Ms Bensouda praised the work conducted by her predecessor and promised to make the victims of crime her priority. "As I begin my tenure, moving forward in consolidating current practices, the office will continue to forge ahead with its investigations and prosecutions," she said. "It will, in particular, also continue to look for innovative methods for the collection of evidence to bring further gender crimes and crimes against children to the court, to ensure effective prosecutions of these crimes while respecting and protecting the victims." Ms Bensouda has spent the past eight years serving as Mr Moreno-Ocampo's deputy. Our correspondent says that although Ms Bensouda is not new to The Hague, her appointment comes at a time when international justice is increasingly in the spotlight. ----- BBC Fatou Bensouda at a glance Grew up in the Gambian capital, Banjul Father was a civil servant Studied law in Lagos, Nigeria Became The Gambia's first international maritime law expert Joined the justice ministry in 1987 as a deputy public prosecutor Became Gambian attorney general and justice minister in 1998 Worked for Tanzania-based International Criminal Tribunal for Rwanda Deputy chief prosecutor at the ICC from 2004-2012 Becomes ICC chief prosecutor June 2012
15.6.12
Bissau: o imbróglio
O presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE) da Guiné-Bissau, Desejado Lima da Costa, foi ontem convidado pelo chefe de Estado ilegitimo de transição, Serifo Nhamadjo, a retomar as suas funções.
Lima da Costa, que falava à imprensa à saída de uma audiência com Serifo Nhamadjo, disse ter sido convidado a retomar as funções, depois de ter sido impedido de o fazer por soldados na sequência do golpe de Estado de 12 de Abril. "A CNE está a trabalhar a meio gás porque não tem presidente, não tem interlocutor, eu disse isso ao Presidente, aliás foi essa a preocupação do Presidente da República, arranjar um interlocutor que possa iniciar o diálogo com a comunidade internacional com vista aos próximos actos eleitorais", disse Lima da Costa.
"É preciso preparar a CNE, criar as condições operacionais para este período transitório a que se seguirá as eleições para o retorno à normalidade constitucional", acrescentou o presidente da CNE.
Desejado Lima da Costa disse estar "em plena liberdade" pelo que vai retomar as suas funções na CNE, onde foi impedido de entrar recentemente por soldados e polícias, sem quaisquer justificações.
Lima da Costa era um dos dirigentes guineenses que se encontravam refugiados na sede da União Europeia em Bissau desde o dia do golpe, de onde saíram volvidos quase 40 dias.
Questionado sobre se é possível realizar a segunda volta das eleições presidenciais, interrompida com o golpe de Estado, o presidente da CNE disse que essa pergunta deve ser respondida pelos políticos.
NOVAS DA GUINÉ-BISSAU
Sonangol maioritária em São Tomé e Príncipe
São Tomé, 14 Jun (STP-Press) – A companhia aérea angolana ‘’Sonair’’, subsidiária da ‘’Sonangol’’, pode vir a integrar a companhia aérea de bandeira de S.Tomé e Príncipe, a ‘’STP/Airways’’, a partir do dia 20 de Junho, anunciou o ministro são-tomense titular da Aviação Civil. Carlos Vila Nova, ministro das Obras Públicas, que falava à imprensa a margem de inspecção de uma missão da ‘’Sonangol’’ às obras em curso de requalificação do aeroporto internacional do arquipélago, disse que ‘’a regimentação [administrativa] da parte social já foi feita ‘’ entre os restantes accionistas, viabilizando, assim, assinatura do acordo para accionista maioritário da ‘’Sonangol’’ na transportadora aérea de S.Tomé e Príncipe. ‘’ É um acordo, adiantou, tudo indica, poderá vir a ser assinado à 20 de Junho deste ano’’, anunciou o governante, que, tal facto vai permitir o ‘’relançamento’’ da citada companhia que, através de um avião disponibilizado pela Euro Atlantic, até a presente sócia maioritária, garante semanalmente um voo para Lisboa/S.Tomé e vice - versa e, ligações inter-ilhas. Há dois meses, o primeiro – ministro Patrice Trovoada confirmou a inclusão da parte angolana na empresa aérea santomense, o qual permitirá utilização de aviões da ‘’Sonair’’, resultante do acordo entre as partes societárias, na perspectiva de viabilizar novas rotas para a companhia aérea de S.Tomé e Príncipe. Além de linhas para Europa através de Lisboa/S.Tomé e vice-versa, ou Luanda/S.Tomé/Luanda, e potenciar maior circulação aérea interna inter-ilhas, Trovoada interessado no incremento de turismo e oportunidades de negócio do país como centro de prestação de serviço, visualiza a exploração de rotas, em reciprocidade, com países vizinhos de África central, destacando – se Gabão, Nigéria e, Camarões. A ‘’STP/Airways’’, foi criada há seis anos numa parceria público/privada com capitais do Estado santomense, Euro Atlantic ( do grupo Pestana, com capital maioritário), banco Equador (do grupo empresarial angolano Mombaka) e o Francês, Gys (com interesses no hotel Clube Santana). Além de aviação civil, a gigante petrolífera angolana, ‘’Sonangol’’, acordou, há um ano, com autoridades santomenses, administração por cerca de 30 anos do Porto e Aeroporto internacional de S.Tomé, tornou – se sócia maioritária da distribuidora de combustível local, a ‘’Enco’’, e tem, também, em andamento negociações para gestão da principal produtora de distribuidora de energia eléctrica do arquipélago, a ‘’EMAE’’.
O futebol dos cruzados
"... São as cruzadas em nome da fé, presumo. Está presente nas representações coevas do condestável Nuno Álvares Pereira, na iconografia do forte de São Jorge da Mina e no logotipo criado pelo Secretariado de Propaganda Nacional (vulgo SNI) para a Exposição do Mundo Português, de 1940. Fé, conquista e império. Ou seja, trata-se da iconografia de um Império obtido pela fé e pela espada. O que os tipos da Nike fizeram foi dar um novo lustre a um país que, secularmente, vive espreguiçado no mito do contacto de culturas".
Raúl F. Curvêlo, a propósito de alguns dos equipamentos da selecção portuguesa de futebol, com uma estilização da cruz de São Jorge
A morte de Roger Garaudy
C'est le site d'un mouvement d'extrême droite, Egalité et Réconciliation, animé par Alain Soral, qui a été le premier à diffuser en France et sur le mode du deuil, la nouvelle de la mort de Roger Garaudy, le mercredi 13 juin à 8 h 30, à l'âge de 98 ans à son domicile en banlieue parisienne. Il n'y pas de hasard dans l'apparition de cette annonce aux marges sulfureuses de la politique française, sur un site où, entre autres particularités, l'on vole au secours du régime syrien "agressé" : Roger Garaudy, avait, depuis son adhésion en 1996 aux thèses négationnistes, bel et bien disparu du paysage national. A l'inverse, ce choix lui valait une impressionnante et préoccupante popularité dans le monde arabo-musulman. Il fut pourtant une époque, longue, où Roger Garaudy, titulaire de la Croix de guerre 1939-1945 et de la Médaille de la déportation et de l'internement pour faits de résistance, était tout à fait "fréquentable".
NÉGATION DU GÉNOCIDE HITLÉRIEN
Avant de sombrer dans la négation du génocide hitlérien, il avait effectué un brillant parcours : intellectuel, homme politique, ancien dirigeant du Parti communiste français dont il avait été exclu en 1970, il s'était converti par la suite au catholicisme puis, en 1980, à l'islam. Il fut un temps où, déjà auteur d'une quarantaine de livres, il jouissait de la pleine respectabilité accordée aux intellectuels en vue. Où, comme en novembre 1978, il était l'invité de Jacques Chancel dans l'émission Radioscopie. Où le chorégraphe et danseur Maurice Béjart, en 1973, préfaçait son ouvrage Danser sa vie... Né le 17 juillet 1913 à Marseille, dans une famille athée, d'ouvriers et de marins, Roger Garaudy se convertit au protestantisme à quatorze ans et, sans cesser d'être chrétien, adhère au parti communiste à vingt ans en 1933. Agrégé de philosophie, il enseigne à Albi, la ville de Jaurès. Arrêté en septembre 1940, il ne sera libéré que six mois après le débarquement américain. André Marty, haut dirigeant du parti, l'appelle alors à ses côtés. Il entre au comité central en 1945, sera député du Tarn en 1945 et 1946 lors des deux assemblées constituantes, puis élu à la première Assemblée nationale. Il est alors selon sa propre expression, "stalinien de la tête aux pieds", n'hésitant pas à dénoncer les prétendus mensonges supposés de ceux qui tentent de faire connaître la réalité du goulag. ISOLER UNE DÉVIATION THÉORIQUE STALINIENNE En 1951, il perd son mandat parlementaire, qu'il retrouve en 1956 comme député de la Seine. Dans l'intervalle, il passe un doctorat de philosophie à Moscou, où les circonstances le mettent en présence des débuts de la "déstalinisation". Vice-président de l'Assemblée nationale de 1956 à 1958, il siège ensuite au Sénat d'avril 1959 à novembre 1962, date à laquelle il abandonne son mandat pour se consacrer à l'enseignement de la philosophie. Entré au bureau politique du PCF en 1956, il est titularisé dans cette fonction en 1961. En 1960, il devient directeur du Centre d'études et de recherches marxistes. Comme Louis Althusser à la même époque, il tente d'isoler une déviation théorique stalinienne qui laisserait Marx et Lénine intacts. Mais, à l'inverse d'Althusser, sa démarche vise à concevoir un nouvel humanisme, ce qui lui vaudra d'être traité de "révisionniste" (au sens marxiste du terme) et accusé de faire une "critique de droite" du stalinisme. Au fil d'une série d'ouvrages commencée en 1965 avec De l'anathème au dialogue, il s'élève contre tout athéisme rigide et veut ouvrir entre chrétiens et communistes de nouvelles perspectives de dialogue. EXCLU DU PCF Mai 1968, puis l'invasion en août de la Tchécoslovaquie par les troupes soviétiques accentuent son évolution critique. Il publie coup sur coup deux livres, Peut-on être communiste en 1968 ? et Pour un modèle français du socialisme, qui rendent inévitable la rupture avec le parti. Quelques mois après le congrès du PCF en 1970, il est exclu. Cette décision libérera en même sa recherche philosophique et son retour à la foi chrétienne, qu'il exprime alors dans une nouvelle série d'ouvrages. Sa pensée prendra un nouveau tournant avec sa conversion l'année suivante à l'Islam, qui donnera lieu à la publication en 1981 de Promesses de l'Islam (Seuil). Il crée une fondation à son nom, en Espagne, à Cordoue où, dans une sorte de musée, il célèbre l'âge d'or de l'Islam en Espagne à la fin du Moyen Age. Il amorce le parcours qui va, en quelques années, le mener vers un "antisionisme" de plus en plus radical. Enfin, en minorant le nombre des victimes juives du nazisme et en mettant en question l'existence des chambres à gaz, il deviendra une figure du négationnisme. La guerre du Golfe, qu'il dénonce comme "une guerre coloniale" marque une étape dans sa radicalisation. En 1992, pourtant, c'est encore un intellectuel reconnu qui publie Avons-nous besoin de Dieu ? aux éditions Desclée de Brouwer. Avec une introduction de l'Abbé Pierre, avec qui il s'était lié d'amitié dans les années 1950. LA POLÉMIQUE ÉCLATE En 1996, c'est le coup de tonnerre, avec la publication de son livre Les mythes fondateurs de la politique israélienne. Un ouvrage diffusé une première fois en décembre 1995 par la librairie La Vieille Taupe, éditeur des négationnistes, puis réédité, au printemps 1996, à compte d'auteur. La polémique éclate. "Le judaïsme n'est pas mis en cause, mais la politique israélienne", affirme-t-il. Mais il ajoute : "Je révise simplement les conclusions du procès de Nuremberg et les principes qui l'ont fondé." Le doute n'est pourtant pas permis. Tout au long des deux cent trente-sept pages du livre, l'auteur, citant notamment l'anglais David Irving, connu pour ses relations avec les néonazis allemands, il nie le projet d'extermination de Hitler à l'encontre des juifs, nie l'existence des chambres à gaz, nie le génocide... Affaire dans l'affaire, l'abbé Pierre vole au secours de son ami et dénonce le "lobby sioniste international" avant de se rétracter du bout des lèvres. Interdit en France, le livre vaut à Roger Garaudy, défendu par Jacques Vergès, une condamnation en 1998 à une peine d'amende et d'emprisonnement avec sursis pour "contestation de crimes contre l'humanité". A partir de ce point de bascule, Garaudy entame une troisième vie, retracée dans un livre de Michaël Prazan et Adrien Minard, Roger Garaudy, itinéraire d'une négation (Calmann-Lévy, 2007). Du Caire à Téhéran en passant par Beyrouth, Damas, Amman, le Qatar et les territoires palestiniens, il est accueilli avec égards. Il est reçu au Liban par le leader du Hezbollah, Hassan Nasrallah, en Syrie par le vice- président Abdel Halim Khaddam, soutenu par le cheikh Yassine, chef du Hamas, accueilli en Iran par le président Khatami. Diffusé dans différents pays par des groupes militants, invité à de multiples conférences il se montre un orateur brillant, jouant de sa considérable culture et de ses allures de doux savant. Son propos continue d'être répercuté sans fin sur Internet. Luc Cédelle LE MONDE
10.6.12
Bissau: partiram os últimos angolanos
Bissau (Do enviado especial da Angop) - O encarregado de negócios da Embaixada de Angola na Guiné Bissau, Luís dos Santos, lamentou, neste sábado, em Bissau, o facto das forças da Missão Militar Angolana nesse país (Missang) terem sido obrigadas a dar por fim a sua tarefa devido a divergências internas de carácter político-militar.
O responsável angolano falava na cerimónia de despedida do último grupo de militares integrados na Missang, comandadas pelo tenente general Gildo dos Santos, onde estiveram também presentes alguns diplomatas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)acreditados na Guiné Bissau.
"Esta saída é de facto triste porque acontece num momento de grandes problemas neste país", ressaltou.
Luís dos Santos considerou que o papel cumprido pela missão angolana "é honroso e todos os efectivos saíram da Guiné Bissau com sentimento do dever cumprido".
Os efectivos, num total de 249, entre militares e polícias, estavam deste Março de 2011 na Guiné Bissau, na base de um acordo de cooperação técnico militar.
O tratado tinha como objectivo proceder reformas no seio das forças armadas e da polícia locais, bem como a reabilitação de quartéis, esquadras e reorganização administrativa, entre outras tarefas.
Neste sábado, duas aeronaves da Força Aérea Nacional do tipo Il 74 e uma aeronave Boeing 737-700, da companhia aérea angolana Sonair, procederam à retirada dos últimos meios utilizados e parte dos oficiais superiores e subalternos das Forças Armadas Angolanas (FAA) e da Polícia Nacional.
A operação de retida dos militares angolanos teve início na terça-feira última.
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