26.2.13
A cocaína que matou Nino Vieira
By Nikolaj Nielsen
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BRUSSELS - The price and demand for cocaine in Europe remains high as shipments through West African transit countries to EU destinations has dropped.
Less cocaine is being trafficked into Europe via West Africa, says the United Nations (Photo: US federal government)
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A report released on Monday (25 February) by the United Nations Office on Drugs and Crime (UNODC) says the cocaine tonnage arriving into Europe from West Africa has dropped to 18 in 2010, down from a 2007 peak of 47.
“While this is good news, it does not take a lot of cocaine to cause trouble in a region with poverty and governance problems,” says the UNODC report.
The region is also a hotbed of weapons smuggling, methamphetamine production for crystal meth, fraudulent medicines, and maritime piracy.
But the cocaine traffic is driven by a lucrative EU market.
The white powder comes primarily from Colombia, Bolivia and Peru via West Africa before it reaches city streets in Europe where demand has more than doubled in the past two decades.
In Brazil’s largest port at Santos, Nigerian groups are said to organise up to 30 percent of the cocaine exports by ship or container, “up from negligible levels a few years earlier”, notes the UN.
The money generated exceeds the GDP of some of the transit countries.
Criminals use the extraordinary wealth to buy off the political elite that fuels corruption and in some cases topples governments. Assassinations are not uncommon.
The ‘narco-state’ of Guinea-Bissau saw its president, Joao Bernardo Vieira, shot dead by a rival military commander in 2009 over his alleged role in the lucrative cocaine trade with Columbian cartels.
EUobserver.com
25.2.13
Síria: o possível desmembramento
Un Etat alaouite pourrait au demeurant se révéler viable, avec sa façade maritime, ses ports, son terminal pétrolier, son aéroport, ses terres agricoles, et l’homogénéité de sa population estimée à quelque deux millions de personnes. Avec ses conquêtes territoriales récentes, il approcherait de la superficie du Liban.
La constitution d’un Etat alaouite, qui signerait le démembrement de la Syrie actuelle, serait une catastrophe pour les Syriens, qui n’auraient plus de façade maritime et deviendraient donc totalement dépendants des pays voisins avec lesquels les relations évoluent traditionnellement en fonction de la situation du moment. Mais s’ils ont en face d’eux une forteresse alaouite imprenable, leurs moyens d’action seront limités.
En revanche, Bachar el-Assad aurait le soutien de la Russie, assurée de conserver l’usage militaire des ports. L’Iran serait également à ses côtés, d’autant que l’extension de la zone alaouite vers l’est lui offrira une frontière au nord de la Bekaa libanaise, ce qui permettrait de continuer à ravitailler le Hezbollah libanais pro-syrien. Même Israël, favorable à la création d’Etats confessionnels dans la région, pourrait se satisfaire d’un Etat alaouite, bien que cela impliquerait, par voie de conséquence, la naissance d’une situation imprévisible sur la frontière du Golan désormais gardée par un pouvoir syrien qui n’aurait peut-être pas la même volonté que le régime Assad d’empêcher tout incident frontalier. Mais l’avenir des relations syro-israéliennes est de toute façon posé, avec ou sans Etat alaouite.
Quant aux pays occidentaux, déjà impuissants face à la crise syrienne, ils pourraient s’estimer satisfaits si ce démembrement de la Syrie met fin à la guerre civile.
Xavier Baron
Slate.fr
24.2.13
Jornal de Angola critica fortemente Portugal
24 de Fevereiro, 2013
O pesadelo da guerra terminou com a morte de Jonas Savimbi, o traidor da Pátria angolana até ao fim dos seus dias. Mas ontem como hoje ainda há entre nós uma minoria pouco esclarecida que tem saudades do colonialismo que serviu convictamente. Como serviu o “apartheid” e está pronta a servir tudo desde que esteja contra Angola e o seu povo. O mesmo se passa com a desvairada imprensa portuguesa e as elites corruptas políticas e económicas daquele país em profunda crise moral, acossado pelos credores e ao mesmo tempo a exibir tiques imperiais ridículos.
Uma parte significativa das elites políticas corruptas e intelectuais portuguesas fez tudo para que Angola não fosse um país independente. Se o plano aprovado na ilha do Sal por Spínola, Nixon e Mobutu tivesse resultado, hoje as elites portuguesas e a sua imprensa tratavam os angolanos como trataram durante décadas a UNITA. Já a ONU tinha aprovado pesadas sanções contra a organização de Jonas Savimbi e os seus dirigentes e Portugal era ainda um paraíso para os sancionados. A imprensa portuguesa apresentava Savimbi como um herói. Mário Soares, então presidente da República, tratava-o como um amigo e o seu filho João como compadre. Altos dirigentes políticos seguiram o exemplo e curvaram-se reverenciais diante dos servidores do colonialismo e organizados nas forças repressivas do regime de “apartheid” da África do Sul.
Nunca a imprensa portuguesa referiu que Savimbi foi um dos carcereiros de Nelson Mandela, ao colaborar com o regime racista da África do Sul. Ou que pôs as suas armas ao serviço da sangrenta guerra colonial. Os dirigentes da UNITA andaram décadas por Lisboa a traficar armas e diamantes e a tratar das suas negociatas criminosas. Mas nunca a Procuradoria-Geral da República Portuguesa ou os serviços de combate ao banditismo investigaram os traficantes e criminosos que circulavam livremente em Portugal. Muito menos os raptores e assassinos de cidadãos portugueses que viviam em Angola. Antes pelo contrário, muitos foram premiados com a atribuição da nacionalidade portuguesa e integrados em instituições e sociedades secretas para ficarem melhor protegidos.
Qualquer jornalista português sabe disso, mas todos se calaram. O império mediático português foi sempre um fiel servidor de Jonas Savimbi. Os jornais e canais de televisão do senhor Pinto Balsemão trataram a rede criminosa como se os seus membros fossem os seus heróis. Savimbi escolhia a dedo os jornalistas portugueses necessários às acções de propaganda para a guerra em Angola. Os nomes dos jornalistas a quem Savimbi pagava os seus serviços são conhecidos e continuam activos nas redacções. Mas mantêm um silêncio cúmplice até hoje. Alguns estão agora em lugares-chave das grandes empresas e passaram a ter como nova tarefa prejudicar ao máximo as relações luso-angolanas. Já o escrevi aqui e volto a repetir: a imprensa portuguesa foi responsável pelo prolongamento da guerra em Angola e as elites corruptas portuguesas apenas se servem dos angolanos. Por trás estimulam ataques violentos contra quem lhes dá a mão e oferece amizade desinteressada. Continuamos a lidar com uma chocante falta de carácter.
Um antigo ministro da Defesa português, Castro Caldas, voltou a pôr a mão na ferida. Confirmou o que todos sabíamos: Jonas Savimbi e a UNITA foram agentes das autoridades coloniais portuguesas, que armaram, municiaram e financiaram as suas operações para impedir a libertação de Angola. Pensava eu que face a mais esta confirmação oficial da traição, a actual direcção da UNITA fosse rever a sua posição de continuar a apresentar o fundador do partido como um patriota. Mas nada aconteceu. O defunto chefe da UNITA continua a ser glorificado pela desacreditada imprensa portuguesa e pela liderança do maior partido da oposição.
Oa recursos que foram roubados pela UNITA em Angola para pagar os serviços prestados pelos jornalistas portugueses ordena os silêncios e as cumplicidades em Portugal. Mas essa cobardia merece uma profunda indignação em Angola.
Por continuar ainda hoje, décadas depois da independência, a perseguição aos interesses de Angola em Portugal, soa mal e gera muita desconfiança quando vem a Luanda um ministro do governo de Lisboa afiançar que a amizade entre Portugal e Angola continua de pé e os investimentos angolanos são “bem vindos” em Portugal. Já começamos a acreditar que isso não é sincero. Mesmo quando o portador da mensagem é Paulo Portas, ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros de Portugal, que é líder de um partido que nunca escondeu a sua simpatia por Jonas Savimbi e que foi director de um jornal, “O Independente”, que tanta desinformação verteu para a opinião pública sobre a nossa realidade.
Hoje Paulo Portas é um grande amigo de Angola e está a ser lançado para liderar a direita portuguesa em caso de as coisas correrem mal à actual coligação, o que mostra que é possível, afinal de contas, um entendimento com Portugal, se calhar igual ao Entendimento do Luena, para que se ponha fim, de uma vez por todas, às guerras e guerrinhas portuguesas contra Angola". José Ribeiro, director do Jornal de Angola
Bissau: Apenas mais uma resolução da ONU
SECURITY COUNCIL EXTENDS MANDATE OF UN OFFICE IN GUINEA-BISSAU FOR THREE MONTHS New York, Feb 22 2013 1:00PM The Security Council today extended the United Nations office in Guinea-Bissau for three months, and requested Secretary-General Ban Ki-moon to provide recommendations on its future mandate and any possible readjustment in the world body’s support to the West African nation.
In a resolution adopted unanimously by the 15-member body, the Council decided that the UN Integrated Peacebuilding Office in Guinea-Bissau (UNIOGBIS) will continue its work until 31 May of this year.
The Office, currently headed by the Secretary-General’s Special Representative, José Ramos Horta, was established by the Council in 2009 and tasked with promoting stability in the country, which has been beset by coups and political instability since it became independent in the early 1970s.
Last year, rogue soldiers seized power in a military take-over on 12 April – just days ahead of the country’s presidential run-off election – prompting calls from the international community for the return to civilian rule and the restoration of constitutional order. Recent incidents include an attack on a military base in October, which reportedly resulted in numerous deaths.
The Council today reiterated its demand to the armed forces “to submit themselves fully to civilian control.” It also urged the national authorities to take all necessary measures to protect human rights and put an end to impunity.
In addition, the Council requested Mr. Ban to continue to work through UNIOGBIS, in coordination with other partners, on the ongoing dialogue process among political parties, “to facilitate the early finalization of a broader political agreement for the restoration of constitutional order and the holding of free, fair and transparent elections.”
It also called on all stakeholders in the country to “deepen the internal political dialogue” to create a conducive environment for free, fair and transparent polls, acceptable to all, for a rapid return to constitutional order and the long-term stabilization of Guinea-Bissau.
The Secretary-General was also requested to submit his report with respect to the mission’s future mandate and possible readjustments to the Council by 30 April.
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23.2.13
A guerra no Kordofão do Sul (Sudão)
Il y a des guerres délaissées, celles dont on ne se souvient que par intermittence, à la faveur d'une flambée de violence plus spectaculaire que des morts au quotidien comptés en quelques unités. Et il y a d'autres conflits dont on ne parle pas ou peu, tout simplement parce que l'on ne peut y aller. Ce qui se passe au Kordofan du Sud depuis juin 2011 relève de cette catégorie. "Une guerre étouffée", écrit la photojournaliste Camille Lepage, qui a pu se rendre dans les monts Nouba. Une guerre qui oppose l'armée soudanaise, et ses milices affidées, au mouvement rebelle de l'Armée de libération des peuples du Soudan du Nord (ALPSN). Une "guerre étouffée" qui a déjà jeté sur les routes des dizaines de milliers de civils.
Le Kordofan du Sud est un des Etats du Soudan fédéral, frontalier du Soudan du Sud. Les populations y vivent une tragédie à huis clos du fait de l'interdiction d'accès décrétée par les autorités de Khartoum et des difficultés dressées par une rébellion élevée dans le culte de la clandestinité. Organisations non gouvernementales, agences des Nations unies et médias sont tenus éloignés de ce théâtre dramatique.
La guerre s'est rallumée en juin 2011 dans les monts Nouba après des élections locales contestées par une partie des habitants du Kordofan. Voilà pour le prétexte. Le contexte, à l'époque, est celui de l'accession à l'indépendance du Soudan du Sud à l'issue de plusieurs décennies de guerres contre le Nord durant lesquelles les populations des monts Nouba se battirent aux côtés des sudistes. Aujourd'hui, le conflit au Kordofan du Sud ressemble à une guerre par procuration entre les deux Soudans, qui nourrissent encore de lourds contentieux consécutifs à l'indépendance du Soudan du Sud en juillet 2011. Définition des frontières, partage des revenus pétroliers, intégration des populations sudistes au Nord sont autant de sujets explosifs qui menèrent Khartoum et Juba au bord de la confrontation directe en 2012. Sans doute les deux pays n'ont-ils plus les moyens financiers de se lancer dans une guerre frontale. Sans doute, en conséquence, les populations du Kordofan du Sud font-elles les frais d'une guerre intersoudanaise menée à travers un Etat-clé pour Khartoum et Juba.
LE MONDE
Os delírios de Teodoro Obiang
MALABO - O Estado de S.Paulo
Existem duas cidades dentro de Malabo, a capital da Guiné Equatorial. Uma vive na pobreza, com favelas, ruas estreitas e sem calçamento, esgoto a céu aberto e uma epidemia permanente de malária. Outra, têm avenidas largas e bem iluminadas, condomínios de luxo, hotéis imponentes, praias artificiais e até mesmo uma "vila presidencial", com dezenas de casas luxuosas para receber visitantes ilustres.
As duas cidades, Malabo velha e Malabo 2, convivem lado a lado, fruto da ambição e dos delírios de grandeza de Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, presidente do país há 34 anos. Desde 2004, quando o país começou a ganhar dinheiro com a exploração do petróleo, o ditador - que derrubou o próprio tio em um golpe - decidiu investir no que chama de modernização do país e na tentativa de atrair estrangeiros para a Guiné Equatorial.
O Produto Interno Bruto per capita subiu para US$ 19 mil nos últimos 10 anos, graças ao petróleo, mas metade da população ainda vive na pobreza. Para o presidente, no entanto, Malabo 2 é a mostra de que "acredita no desenvolvimento da África". Malabo velha, no entanto, ficou entregue à miséria e aos mosquitos.
Despesas. Desde que começou a construção da nova cidade já foram gastos 580 milhões em prédios e infraestrutura que deixariam envergonhadas a maior parte das cidades brasileiras. O centro de convenções, todo de vidro e metal, com paredes cobertas de granito de cima a baixo, faz vizinhança com uma vila de 50 mansões construídas para receber os presidentes da União Africana em encontros no país, mesmo a Guiné Equatorial não sendo a sede permanente da UA.
Cada casa possui seis suítes e salões de recepção. Em frente ao Centro de Convenções, uma churrascaria de propriedade da primeira-dama, Constancia Mangue, traz a cada semestre 20 brasileiros para assar e servir o rodízio de carnes saboreadas por visitantes ilustres. Malabo 2, no entanto, não é a única extravagância de Mbasogo.
Convencido de que Malabo - uma ilha que fica, na verdade, no litoral de Camarões - é muito vulnerável, o presidente decidiu construir uma nova capital, no meio da selva. Planejada por um escritório de arquitetura português, a nova capital, Djibloho, tem linhas modernas, lagos artificiais, campos de golfe e até, possivelmente, um circuito de Fórmula 1 para atrair turistas - não existe menção a casas populares. Mbasogo sonha inaugurar Djibloho em 2020.
O eterno presidente da Guiné Equatorial domina seu país com mão de ferro. Estrangeiros - especialmente jornalistas - são proibidos de tirar fotos de prédios públicos. Seu filho, Teodorin Nguema Obiang, é também vice-presidente e ministro de segurança nacional, e sua mulher, Constancia, além da churrascaria é dona de supermercados e imóveis em Malabo. Teodorin, que passou o último carnaval em Salvador, onde patrocinou o bloco afro Ilê Aiyê, é procurado pela Justiça francesa por lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos estrangeiros. / L.P.
América do Sul estreita laços com Obiang
Tras una jornada de intensos debates, los mandatarios de la Cumbre América del Sur-África (ASA), finalizaron sus trabajos con un breve cierre de conferencia en el que participaron Evo Morales, Presidente de Bolivia, y el Jefe del Estado de Guinea Ecuatorial, S. E. Obiang Nguema Mbasogo. A lo largo del cierre y durante la rueda de prensa posterior, se definieron algunos de los resultados de la cumbre, como la aceptación de la ampliación del grupo, que había sido propuesta por el Presidente ecuatoguineano, con los países de Centroamérica y el Caribe. Además, en su intervención, el presidente de Nigeria, Goodluck Jonathan, también ha manifestado que la creación de la secretaría técnica será efectiva en todas las áreas establecidas.
El Presidente Evo Morales intervino para manifestar su alegría por haber participado en esta cita importante que le ha permitido “compartir las experiencias de nuestros pueblos, de dos continentes que tienen la misma historia, ya que en el pasado fueron sometidos, y saqueados sus recursos naturales y humanos”, dijo Morales. También hizo una especial comparación con Guinea Ecuatorial, “país que también había sido colonizado, al igual que Bolivia, por España”. Tras hacer un balance del desarrollo boliviano de los últimos años, Morales declaró que “después de tantos años de saqueos, en Bolivia hemos empezado a recuperar y nacionalizar nuestros recursos naturales. Los países industrializados nunca quieren que nos desarrollemos, y utilizan el narcotráfico, el terrorismo, la democracia, para intervenir en nuestros países, y poder apoderarse así de nuestros recursos humanos”.
También ponderó el trabajo realizado por el presidente Obiang en Guinea Ecuatorial, manifestando su sorpresa por haberse encontrado un país tan desarrollado y con tantas infraestructuras.
Por su parte, el Jefe del Estado de Guinea Ecuatorial sintetizó los objetivos que habían llevado a la creación de esta organización y el desarrollo de la misma, tras este evento: “Como un grupo de países que aspira a influir en la política internacional, hemos acordado privilegiar la cooperación sur-sur a fin de reforzar la unidad y solidaridad en torno a los objetivos comunes de desarrollo y justicia social que nos identifican”.
-“En este sentido, la puesta en marcha y consolidación de los lazos comerciales, a través de la inversión directa, y la creación de fondos sociales, para el turismo, educación, ciencia y tecnología, etc. constituyen la prioridad de la cooperación para el desarrollo que debemos entablar a partir de esta cumbre. Todas estas acciones sólo pueden tener su éxito total con la liberación del comercio entre ambas regiones, amparados por los acuerdos de protección reciproca de bienes y servicios entre los estados miembros. En conclusión, tenemos la firme convicción de que esta cumbre será un punto de inflexión que vitalice la cooperación entre Latinoamérica y África, para la emergencia de sus estados y su integración en el mundo de los países desarrollados”.
Con estas palabras quedó clausurada la III Cumbre de los Jefes de Estado y Gobierno de África y América del Sur.
Texto: Inés Ortega.
Fotos: Mansueto Loeri Bomohagasi.
Oficina de Información y Prensa de Guinea Ecuatorial.
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