26.4.15
El Salvador: uma pausa nos assassínios
ROME — As El Salvador prepares to celebrate the beatification of Archbishop Oscar Romero, the criminal gangs that terrorize the country have agreed to a sort of truce: As a gift to the martyr, they’ve promised to suspend killing police and military officers, judges, politicians, and the poor.
Romero, who was shot to death while saying Mass in 1980, is considered a national hero in El Salvador for his defense of the poor and of human rights at the outset of a bloody civil war. His May 23 beatification is expected to be one of the largest public events in the country’s history.
El Salvador’s gangs, known as “maras,” have vowed to desist from violence, theft, extortions, and other crimes during the beatification period.
“This is the gift we wish to make to Archbishop Romero,” they said in a statement released to the press, “our repentance and request for forgiveness to society for all the damage caused.”
According to local newspapers, the statement, released on April 23, was allegedly signed by the spokesmen of various crime syndicates, including the two most feared gangs, MS-13 and Barrio 18.
The gang leaders said they’ll take some “pacification measures” to reduce the country’s violence, “despite not sensing equal willingness from the government.”
The message, confirmed by Paolo Lüers, the man in charge of mediating the latest peace negotiations between the government and the gangs, states that they will no longer kill police officers, soldiers, judges, politicians, and people with low incomes “most affected by the violence.”
They also vowed to cease “armed attacks,” renouncing their claim to “self-defense rights,” and to reduce extortion and theft.
The leaders added that they still expect to see “concrete proposals to reintegrate gang members into society,” claiming that the even though the government talks about social peace, it doesn’t follow through. Crux
Líbia: A responsabilidade de Cameron
Ed Miliband’s claim that David Cameron failed to secure proper post-war planning in Libya was supported on Friday by leading diplomats including the prime minister’s envoy to the country, who agreed it was a mistake not to have kept a larger western presence there.
Their intervention came after the Labour leader was forced to fend off claims that he laid the recent drownings of Mediterranean refugees at the door of the prime minister in a row that followed what had intended to be a serious foreign policy speech.
Sir Jeremy Greenstock, the former UK ambassador to the United Nations, said no British party had an unblemished record on post-war planning in the Middle East, but said: “I don’t think Europe and North America has been engaged enough in helping the Libyans.
“They have left it to the UN; we are supporting the UN in what they are trying to do now but the overall resources committed to it has not been enough. We should not go in with the military unless we have an idea of what the political outcome is going to be”.
Earlier, the Conservatives claimed Miliband’s criticisms were provocative and shameful while Cameron, defending his single greatest foreign policy legacy – the bombing mission that turned the civil war against Muammar Gadaffi – described Miliband’s comments as ill judged and raised doubts about his suitability for office.
In briefings before the speech, Labour made clear that Miliband’s message would be that “the refugee crisis and tragic scenes this week in the Mediterranean are in part a direct result of the failure of post-conflict planning for Libya”.
Pressed repeatedly on the issue by journalists after the speech, the Labour leader dismissed any suggestion that he was implying the PM had “blood on his hands”.
He said Cameron had not been sufficiently engaged and had not done enough to support Libya’s National Transitional Council after the conflict: “The international community as a whole, including our government, bears some responsibility for the crisis we see in Libya. I think that is undeniable.
“As far as what is happening in terms of the tragic scenes of people drowning in the Mediterranean, that is a result of the people traffickers who are engaged in those issues.”
UK former diplomats are divided on the extent to which the planning was adequate. The former UK ambassador to Libya, Oliver Miles, recently agreed with John Baron, a Conservative member of the foreign affairs select committee, who told him “there seems to have been very little detailed, intelligent analysis of what might follow”.
Other former ambassadors say hundreds of hours of planning were undertaken in Whitehall in a deliberate effort to avoid the repeats of Iraq. The view was that the country could fill the vacuum left by Gaddafi as it had few ethnic or sectarian rivalries, a rich economy and a small population.
Liberal Democrat leader, Nick Clegg, who has also criticised UK loss of influence during Cameron’s premiership, said it was “pretty distasteful to reduce this total human tragedy, hundreds of people dying in the Mediterranean, to a political point-scoring blame game”.
The Guardian
Togo: Gnassingbe reeleito
Faure Gnassingbe, the son of a late dictator, beat the opposition leader Jean-Pierre Fabre, the election commission said.
He won 1.2 million votes out of two million cast, according to officials, while Fabre won just 692,584.
But Mr Fabre claimed victory in the election, and accused the vote of being “illegal”.
He alleged irregularities in the vote-counting system and said that "everything the electoral commission is doing is false".
It came after Jean-Claude Codjo, a member of Togo's electoral agency, walked out of a meeting in protest at what he called a "lack of transparency".
Daily Telegraph
A afluência às urnas foi de apenas 40 por cento; e assim a dinastia Gnassingbé se perpetua no poder, que conquistou em 1967.
25.4.15
Um discurso de António Sampaio da Nóvoa
Lisboa, 10 de junho de 2012
As palavras não mudam a realidade. Mas ajudam-nos a pensar, a conversar, a tomar consciência. E a consciência, essa sim, pode mudar a realidade.
As minhas primeiras palavras são, por inteiro, para os portugueses que vivem situações de dificuldade e de pobreza, de desemprego, que vivem hoje pior do que viviam ontem.
É neles que penso neste 10 de Junho.
A regra de ouro de qualquer contrato social é a defesa dos mais desprotegidos. Penso nos outros, logo existo (José Gomes Ferreira). É o compromisso com os outros, com o bem de todos, que nos torna humanos.
Portugal conseguiu sair de um longo ciclo de pobreza, marcado pelo atraso e pela sobrevivência. Quando pensávamos que este passado não voltaria mais, eis que a pobreza regressa, agora, sem as redes das sociedades tradicionais.
Começa a haver demasiados “portugais” dentro de Portugal. Começa a haver demasiadas desigualdades. E uma sociedade fragmentada é facilmente vencida pelo medo e pela radicalização.
Façamos um armistício connosco, e com o país. Mas não façamos, uma vez mais, o erro de pensar que a tempestade é passageira e que logo virá a bonança. Não virá. Tudo está a mudar à nossa volta. E nós também.
Afinal, a História ainda não tinha acabado. Precisamos de ideias novas que nos deem um horizonte de futuro. Precisamos de alternativas. Há sempre alternativas.
A arrogância do pensamento inevitável é o contrário da liberdade. E nestes estranhos dias, duros e difíceis, podemos prescindir de tudo, mas não podemos prescindir nem da Liberdade nem do Futuro.
O futuro, Minhas Senhoras e Meus Senhores, está no reforço da sociedade e na valorização do conhecimento, está numa sociedade que se organiza com base no conhecimento.
Há a liberdade de falar e há a liberdade de viver, mas esta só existe quando se dá às pessoas a sua irreversível dignidade social (Miguel Torga).
Gostaria de recordar o célebre discurso de Franklin D. Roosevelt, proferido num tempo ainda mais difícil do que o nosso, em 1941. A democracia funda-se em coisas básicas e simples: igualdade de oportunidades; emprego para os que podem trabalhar; segurança para os que dela necessitam; fim dos privilégios para poucos; preservação das liberdades para todos.
Numa situação de guerra, Roosevelt sabia que os sacrifícios têm de basear-se numa forte consciência do social, do interesse coletivo, uma consciência que fomos perdendo na vertigem do económico; pior ainda, que fomos perdendo para interesses e grupos, sem controlo, que concentram a riqueza no mundo e tomam decisões à margem de qualquer princípio ético ou democrático. É uma “realidade inaceitável”.
Em mar de águas revoltas, é preciso manter o rumo, ter a sabedoria de separar o acessório do fundamental. A Europa não é uma opção, é a nossa condição. Uma Europa com uma nova divisa: liberdade, diversidade, solidariedade.
A Europa é o nosso futuro, mas não nos iludamos. Ou nos salvamos a nós, ou ninguém nos salva (Manuel Laranjeira). Falemos, pois, de Portugal e dos portugueses.
Pelo Tejo fomos para o mundo… mas quantas vezes estivemos ausentes dentro de nós? Preferimos a Índia remota, incerta, além dos mares, ao bocado de terra em que nascemos (Teixeira de Pascoaes).
A Terra ou o Mar? Portugal ou o Mundo? A pergunta foi feita por todos aqueles que pensaram Portugal.
No final do século XIX, um homem da Geração de 70, Alberto Sampaio, explica que as nossas faculdades se atrofiaram para tudo que não fosse viajar e mercadejar. Nunca nos preocupámos com a agricultura, nem com a indústria, nem com a ciência, nem com as belas-artes. As riquezas que fomos tendo “mal aportavam, escoavam-se rapidamente, porque faltava uma indústria que as fixasse”, e o património da comunidade, esse, “em vez de enriquecer, empobrecia”.
Nos momentos de prosperidade não tratámos das duas questões fundamentais: o trabalho e o ensino. Nos momentos de crise é tarde: fundas economias na administração aumentariam os desempregados, e para a reorganização do trabalho falta o capital; falta o tempo, porque a fome bate à porta do pobre. Então a emigração é o único expediente: silenciosa e resignadamente cada um vai partindo, sem talvez uma palavra de amargura.
Este texto foi escrito há 120 anos. O meu discurso poderia acabar aqui. Em silêncio.
Senhor Presidente da República,
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
É esta fragilidade endémica que devemos superar. O heroísmo a que somos chamados é, hoje, o heroísmo das coisas básicas e simples – oportunidades, emprego, segurança, liberdade. O heroísmo de um país normal, assente no trabalho e no ensino.
Parece pouco, mas é muito, o muito que nos tem faltado ao longo da história.
Porque Portugal tem um problema de organização dentro de si:
- Num sistema político cada vez mais bloqueado;
- Numa sociedade com instituições enfraquecidas, sem independência, tomadas por uma burocracia e por uma promiscuidade que são fonte de corrupção e desperdício;
- Numa economia frágil e sem uma verdadeira cultura empresarial.
Estão a surgir, é certo, sinais de uma capacidade de adaptação e de resposta, de baixo para cima. Precisamos de transformar estes movimentos numa ação sobre o país, numa ação de reinvenção e de reforço da sociedade.
Chegou o tempo de dar um rumo novo à nossa história.
Portugal tem de se organizar dentro de si, não para se fechar, mas para se abrir, para alcançar uma presença forte fora de si.
Não conseguiremos ser alguém na Europa e no mundo, se formos ninguém em nós.
Não é por sermos um país pequeno que devem ser pequenas as nossas ambições. O tamanho não conta; o que conta, e muito, é o conhecimento e a ciência.
Senhor Presidente de República,
O convite de V. Ex.ª, que muito agradeço, é um gesto de reconhecimento das universidades e do seu papel no futuro de Portugal.
Em Lisboa, na célebre Conferência do Casino (1871), Antero disse o essencial: A Europa culta engrandeceu-se, nobilitou-se, subiu sobretudo pela ciência: foi sobretudo pela falta de ciência que nós descemos, que nos degradámos, que nos anulámos.
Antero tinha razão e o século XX ainda mais razão lhe veio dar. O drama de Portugal, do nosso atraso e da nossa dependência, tem sido sempre o afastamento de sociedades que evoluíram graças ao conhecimento e à ciência.
Nas últimas décadas, realizámos um esforço notável no campo da educação (da escola pública), das universidades e da ciência.
Pela primeira vez na nossa história, começamos a ter a base necessária para um novo modelo de desenvolvimento, para um novo modelo de organização da sociedade.
É uma base necessária, mas não é ainda uma base suficiente.
Existe conhecimento. Existe ciência. Existe tecnologia. Mas não estamos a conseguir aproveitar este potencial para reorganizar a nossa estrutura social e produtiva, para transformar as nossas instituições e empresas, para integrar uma geração qualificada que, assim, se vê empurrada para a precariedade e para o desemprego.
É este o nosso problema: a ligação entre a universidade e a sociedade. É esta a questão central do país: uma organização da sociedade com base na valorização do conhecimento.
Insisto. Apesar de todos os contratempos, Portugal tem hoje uma capacidade instalada, nas universidades e na ciência, que nos permite sair de uma posição menor, periférica, e superar o fosso tecnológico que se cavou entre nós e a Europa.
Não temos tempo para hesitações. As universidades vivem de liberdade, precisam de ser livres para estarem à altura do que a sociedade lhes pede.
É por aqui que passa o nosso futuro, pela forma como conseguirmos ligar as universidades e a sociedade, pela forma como conseguirmos que o conhecimento esteja ao serviço da transformação das nossas instituições e das nossas empresas.
É por aqui que passa o nosso futuro, um outro futuro para Portugal.
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Também Lisboa se está a transformar graças à criação, à energia da cultura e da ciência, graças aos estudantes que aqui chegam de todas as partes do mundo.
Lisboa é dos poetas. Em abril, a poesia esteve na rua e fez-nos emergir da noite e do silêncio. A poesia volta sempre à rua, através desta língua que é a nossa mátria, desta língua que nos permite estar connosco e com os outros, nas comunidades que nos multiplicaram pelo mundo e nos países que são parte de nós.
25 anos depois, não esqueço José Afonso: Enquanto há força, cantai rapazes, dançai raparigas, seremos muitos, seremos alguém, cantai também.
Cantemos todos. Por um país solidário. Por um país que assegura o direito às coisas básicas e simples. Por um país que se transforma a partir do conhecimento.
Não podemos ser ingénuos. Mas denunciar as ingenuidades não significa pôr de lado as ilusões, não significa renunciar à busca de um país liberto, de uma vida limpa e de um tempo justo (Sophia).
Foi esta busca que me trouxe ao Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
23.4.15
Bissau: Memórias de uma antiga guerra
Publiquei recentemente um livro subordinado ao título e subtítulo acima transcritos. Como existem, por ora, apenas 3 ou 4 referências e recensões criticas, que circulam na Net, permitam-me, um pouco egocentricamente apresentar um pequena sinopse e, que me perdoem o pecadilho, fazer um pouco a publicidade da obra. A 5 de Maio, pelas 18 horas, haverá uma sessão de apresentação na Sociedade Histórica da Independência de Portugal, no Largo de S. Domingos, em Lisboa, de entrada livre.
À semelhança de muitos jovens da minha geração, fui alferes miliciano de infantaria na então Guiné Portuguesa, entre 1968 e 1970. 27 anos mais tarde fui nomeado embaixador de Portugal na Guiné-Bissau independente, onde assisti e intervim, como testemunha privilegiada e como mediador, na guerra civil daquele país entre 1998 e 1999, o que já descrevi numa minha obra anterior “Crónicas dos (des)feitos da Guiné” (2012).
Não é de mais salientar que se tratou de uma situação sui generis, na medida em que, tanto quanto sei, fui o único embaixador que exerceu a chefia de uma missão diplomática, num território onde havia previamente combatido como militar.
O presente livro assume um carácter marcadamente intimista e autobiográfico. Para alguns talvez demasiado intimista, quase roçando a linha vermelha do pudor. Mas trata-se, como escreveu o meu antigo camarada de armas Mário Beja Santos, do “crepúsculo dos combatentes” – ou seja, a nossa hora - em que podemos dizer tudo o que nos vai na alma: para nós, hoje, com a idade que temos, já não existem segredos, nem angústias. Somos transparentes e frontais. Chegou o momento de nos assumirmos plenamente, com a coragem e o à-vontade dos cabelos brancos.
Este livro refere-se a três momentos distintos, na vida de um jovem.
Antes da guerra, ou seja, o dia-a-dia de um adolescente no Portugal dos anos 60 do século passado, da classe média urbana, que foi estudante e roqueiro, os seus hábitos, as suas leituras, o seu percurso académico e os respectivos namoros, até ao seu ingresso nas fileiras e as suas primeiras experiências, como militar.
Durante a guerra, a confrontação com um cenário bélico real numa terra estranha consistiu num reality shock complexo - o quotidiano da luta, as condições de vida, os dramas humanos envolvidos, as questões psicológicas, enfim, tudo o que marca de modo indelével um jovem para toda a vida.
Depois da guerra, surge uma nova etapa: o regresso definitivo. Como se processou a reinserção na sociedade portuguesa dos anos 70? Que objectivos de vida tinha quando voltou: a retoma ou não dos estudos, os primeiros empregos um tanto mixurucos, a vida sentimental e sexual, a diluição dos traumas de guerra? Que acolhimento lhe reservou o Portugal e os portugueses desse tempo?
Via de regra, a maioria dos autores menciona o que foi o conflito nas suas diferentes dimensões, por vezes, com uma incursão ou outra no passado anterior à ida para África, mas muito poucos mencionam a reintegração na sociedade que deixaram, aspecto que procurei abordar na minha perspectiva própria, com franqueza, sem subterfúgios e sem silêncios.
Francisco Henriques da Silva (embaixador aposentado)
22.4.15
Líbia: Haftar recebido na Jordânia
Libya's Tobruk-backed army chief, Khalifa Haftar, arrived in Jordan on Sunday for a visit to the Hashemite kingdom. It is the first official foreign trip for the renegade general.
The visit comes at an invitation from Jordanian King Abdullah II, the Tobruk-run news agency reported.
A number of senior military officials loyal to Haftar accompanied him on his visit to Amman. They were officially received by counterparts in the Jordanian army.
Haftar, who previously served in the army under the late Muammar Gaddafi, was sworn in as army chief by the Tobruk-based parliament in February.
Libya has remained in a state of turmoil since a bloody uprising in 2011 ended Gaddafi's longstanding tyrannical rule of the country.
In the intervening years, the country's sharp political divisions have yielded two rival seats of government, each of which has its own institutions.
Vying for legislative authority are an internationally-recognised parliament based in the eastern city of Tobruk, and a parliament in the capital Tripoli.
Angola: Ataques dos adventistas
Um grupo de cidadãos pertencentes à seita religiosa Adventista do Sétimo Dia Luz do Mundo, liderada por José Julino Kalupeteka, atacou na madrugada de hoje, quarta-feira, o posto policial da comuna da Catata, município da Caála, 106 quilómetros a sul da cidade do Huambo.
Em comunicado enviado à Angop, o comando da Polícia Nacional na província informa que os mesmos, em número não determinado, estavam munidos de objectos contundentes e armas de arremesso.
Diante da resposta pronta policial, lê-se na nota, assinada pelo comissário Elias Dumbo Livulo, comandante provincial, foi frustrada a tentativa dos seguidores da seita de Kalupeteka, tendo sido detidos três indivíduos, por resistência às autoridades policiais.
A Polícia Nacional também informa que se registou, segunda-feira, na comuna da Catabola, município do Longonjo, 96 quilómetros a sudoeste da cidade do Huambo, uma outra acção praticada por seguidores desta seita contra agentes da corporação.
A mesma foi consubstanciada no envolvimento de quatro polícias, na povoação de Meke, por 138 seguidores de Kalupeteka, oriundos da localidade de Cusse, município da Caconda, província da Huíla.
Findo o cumprimento da operação de resgate dos polícias que estavam cercados, conclui o comunicado, os líderes do grupo voltaram a incitar a população para atacar com catanas os polícias presentes no local do incidente.
O Comando da Polícia Nacional na província do Huambo garante que a situação está controlada, mas apela à população a estar calma e a denunciar qualquer movimentação dos seguidores da seita religiosa, cujo objecto central implantar o caos e o terror nas comunidades.
Angola Press
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