L’ancien secrétaire général de l’ONU Kofi Annan et l’archevêque sud-africain Desmond Tutu se rendent à Abidjan les 1er et 2 mai. Objectif : favoriser la paix et la réconciliation nationale en Côte d'Ivoire.
Les « Elders » sont à Abidjan dimanche 1er et lundi 2 mai, lors d’une mission visant à prôner l’apaisement, le dialogue et la réconciliation nationale en Côte d'ivoire. La délégation sera menée par l’ancien secrétaire général des Nations Unies Kofi Annan, accompagné du président des Elders, l’archevêque sud-africain Desmond Tutu, et de l’ancienne présidente d’Irlande Mary Robinson.
Pendant leur séjour, les « Elders » rencontreront le président Alassane Ouattara, des représentants du nouveau gouvernement, des dirigeants de partis politiques et des membres d’organisations de la société civile, ainsi que des représentants de l’ONU, d’autres organisations et de la communauté diplomatique à Abidjan.
"Vivre ensemble"
« Même si un transfert des pouvoirs a enfin eu lieu et que les résultats de l’élection ont finalement été respectés, la situation reste fragile », dit Kofi Annan. « Il n’y a qu’une seule Côte d’Ivoire et les dirigeants comme le peuple doivent le comprendre. Ils n’ont pas d’autre choix que de se réconcilier, guérir et vivre ensemble », ajoute-t-il.
Un avis partagé par Desmond Tutu. « Nos cœurs sont avec le peuple ivoirien. Nous espérons qu’en rencontrant et en écoutant la population et ses dirigeants, nous pourrons contribuer à encourager le processus de guérison. Les Ivoiriens devront trouver leur propre manière de le faire, et cela prendra du temps. Trouver une voie vers la réconciliation nécessite patience et courage, mais j’ai l’espoir que le pays et son peuple trouvent un moyen d’avancer ensemble. »
Jeune Afrique
30.4.11
28.4.11
Uma morte de peso na Costa do Marfim
Ibrahim Coulibaly, militar e líder rebelde, foi ontem morto na Costa do Marfim, aos 47 anos.
Sargento que em 1999 alinhou no golpe de Robert Guéï contra o Presidente Henri Konan Bédié, Ibrahim Coulibaly entrou depois em conflito com outro dos senhores da guerra na década de 2000, o actual primeiro-ministro Guillaume Soro.
Há poucos meses ele estava a apoiar a luta do Presidente eleito Alassane Ouattara contra o Presidente cessante Laurent Gbagbo, mas isso não o impediu de vir a ser morto pelas forças que actualmente detêm o poder.
A morte deste homem natural de Bouaké é mais um indício de que a situação não estabilizou na Costa do Marfim com a prisão de Laurent Gbagbo e o triunfo da causa de Ouattara, patrocinada por Nicolas Sarkozy.
Antigo elemento da guarda pessoal de Ouattara quando este era primeiro-ministro de Félix Houphouet-Boigny, IB já não servia agora perfeitamente os interesses de Ouattara e de Soro, pelo que acabou por ser morto.
Laurent e Simone Gbagbo desterrados em localidades do Norte do país, o Presidente Ouattara e o primeiro-ministro Soro querem dominar por completo Abidjan, não tolerando portanto quem lhes possa fazer sombra, como era o caso do irrequieto Ibrahim Coulibaly, que no último quarto de século entrara em múltiplas aventuras e conjuras. Jorge Heitor
Sargento que em 1999 alinhou no golpe de Robert Guéï contra o Presidente Henri Konan Bédié, Ibrahim Coulibaly entrou depois em conflito com outro dos senhores da guerra na década de 2000, o actual primeiro-ministro Guillaume Soro.
Há poucos meses ele estava a apoiar a luta do Presidente eleito Alassane Ouattara contra o Presidente cessante Laurent Gbagbo, mas isso não o impediu de vir a ser morto pelas forças que actualmente detêm o poder.
A morte deste homem natural de Bouaké é mais um indício de que a situação não estabilizou na Costa do Marfim com a prisão de Laurent Gbagbo e o triunfo da causa de Ouattara, patrocinada por Nicolas Sarkozy.
Antigo elemento da guarda pessoal de Ouattara quando este era primeiro-ministro de Félix Houphouet-Boigny, IB já não servia agora perfeitamente os interesses de Ouattara e de Soro, pelo que acabou por ser morto.
Laurent e Simone Gbagbo desterrados em localidades do Norte do país, o Presidente Ouattara e o primeiro-ministro Soro querem dominar por completo Abidjan, não tolerando portanto quem lhes possa fazer sombra, como era o caso do irrequieto Ibrahim Coulibaly, que no último quarto de século entrara em múltiplas aventuras e conjuras. Jorge Heitor
25.4.11
A renhida competição pelo petróleo líbio
A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO, OTAN), que paira sobre o Mediterrâneo, destruiu esta madrugada um edifício das instalações do coronel Muammar Kadhafi em Tripoli, aprofundando assim a renhida competição das potências ocidentais pelas maiores reservas de petróleo existentes no continente africano.
Quase meia centena de feridos teria sido o resultado desta investida da Aliança Atlântica em terras do Norte de África, agora uma vez mais à mercê da cobiça da França, da Itália, do Reino Unido e dos Estados Unidos.
Três potentes explosões abalaram durante a noite a capital da Tripolitânia, levando à interrupção temporária de programas de rádio e de televisão.
Nicolas Sarkozy e os dirigentes anglo-saxónicos parecem não querer desistir enquantro não neutralizarem o homem que acabou em 1969 com a monarquia líbia, constituída a partir do antigo emirato da Cirenaica, junto à fronteira com o Egipto.
Nos Estados Unidos, o senador republicano John McCain, que já esteve sexta-feira na capital da Cirenaica, Benghazi, impulsiona a cruzada contra o sistema de Muammar Khadafi, enquanto o magnata Donald Trump vai afirmando que a intervenção na Líbia só interessa mesmo na medida em que permita a conquista de vastos campos de petróleo.
Países árabes como o Qatar e o Koweit manifestam entretanto a sua simpatia pelas forças de inspiração monárquica e pró-ocidentais que existem na referida cidade de Benghazi e que poderão levar a uma Líbia retalhada, mais fácil de ser explorada.
Quase meia centena de feridos teria sido o resultado desta investida da Aliança Atlântica em terras do Norte de África, agora uma vez mais à mercê da cobiça da França, da Itália, do Reino Unido e dos Estados Unidos.
Três potentes explosões abalaram durante a noite a capital da Tripolitânia, levando à interrupção temporária de programas de rádio e de televisão.
Nicolas Sarkozy e os dirigentes anglo-saxónicos parecem não querer desistir enquantro não neutralizarem o homem que acabou em 1969 com a monarquia líbia, constituída a partir do antigo emirato da Cirenaica, junto à fronteira com o Egipto.
Nos Estados Unidos, o senador republicano John McCain, que já esteve sexta-feira na capital da Cirenaica, Benghazi, impulsiona a cruzada contra o sistema de Muammar Khadafi, enquanto o magnata Donald Trump vai afirmando que a intervenção na Líbia só interessa mesmo na medida em que permita a conquista de vastos campos de petróleo.
Países árabes como o Qatar e o Koweit manifestam entretanto a sua simpatia pelas forças de inspiração monárquica e pró-ocidentais que existem na referida cidade de Benghazi e que poderão levar a uma Líbia retalhada, mais fácil de ser explorada.
23.4.11
A importância vital do ex-emirato da Cirenaica
Os italianos ocuparam a Cirenaica durante a guerra que em 1911 travaram contra o Império Otomano e proclamaram-na um protectorado no dia 15 de Outubro de 1912.
Em 17 de Maio de 1919, a Cirenaica passou a ser considerada colónia italiana, depois de os otomanos se terem rendido ao facto consumado. E a 25 de Outubro de 1920 Roma reconheceu o xeque Sidri Idriss como chefe dos Senussi, ficando ele como emir. Mas em 1929 os italianos voltaram atrás nesse reconhecimento, tendo em Janeiro de 1934 a Cirenaica sido unida à Tripolitânia e ao Fezzan para formar a colónia da Líbia.
Durante a II Guerra Mundial os Aliados enfrentaram na Cirenaica as tropas naziz e em 1942 foi a vez de o Reino Unido ocupar esse estratégico território cireneu e de o administrar até 1951.
Em 1949 Idris as-Senussi, com o apoio dos britânicos, proclamou a Cirenaica emirato independente, núcleo do Reino da Líbia que viria a surgir em 24 de Dezembro de 1951.
Desde que em 1 de Setembro de 1969 o jovem Muammar Kadhafi derrubou a dinastia Sanussi que fora apadrinhada sucessivamente pela Itália e pelo Reino Unido, a Cirenaica tem vindo a testemunhar ocasionalmente uma actividade contrária ao sisterma político instalado em Tripoli. Como a rebelião militar que houve em 1980 na cidade de Tobruk, bem conhecida dos cinéfilos pelo filme Um táxi para Tobruk.
O actual sistema paralelo montado em Benghazi, na Cirenaica, é pois a sucessão lógica de todo um século de acontecimentos que tiveram a intervenção de países europeus, outrora ditos colonialistas.
Agora são a Itália, o Reino Unido, a França e até mesmo os Estados Unidos quem se interessa muito pela Cirenaica, a região histórica que fica entre a Tripolitânia e o Egipto.
Em 17 de Maio de 1919, a Cirenaica passou a ser considerada colónia italiana, depois de os otomanos se terem rendido ao facto consumado. E a 25 de Outubro de 1920 Roma reconheceu o xeque Sidri Idriss como chefe dos Senussi, ficando ele como emir. Mas em 1929 os italianos voltaram atrás nesse reconhecimento, tendo em Janeiro de 1934 a Cirenaica sido unida à Tripolitânia e ao Fezzan para formar a colónia da Líbia.
Durante a II Guerra Mundial os Aliados enfrentaram na Cirenaica as tropas naziz e em 1942 foi a vez de o Reino Unido ocupar esse estratégico território cireneu e de o administrar até 1951.
Em 1949 Idris as-Senussi, com o apoio dos britânicos, proclamou a Cirenaica emirato independente, núcleo do Reino da Líbia que viria a surgir em 24 de Dezembro de 1951.
Desde que em 1 de Setembro de 1969 o jovem Muammar Kadhafi derrubou a dinastia Sanussi que fora apadrinhada sucessivamente pela Itália e pelo Reino Unido, a Cirenaica tem vindo a testemunhar ocasionalmente uma actividade contrária ao sisterma político instalado em Tripoli. Como a rebelião militar que houve em 1980 na cidade de Tobruk, bem conhecida dos cinéfilos pelo filme Um táxi para Tobruk.
O actual sistema paralelo montado em Benghazi, na Cirenaica, é pois a sucessão lógica de todo um século de acontecimentos que tiveram a intervenção de países europeus, outrora ditos colonialistas.
Agora são a Itália, o Reino Unido, a França e até mesmo os Estados Unidos quem se interessa muito pela Cirenaica, a região histórica que fica entre a Tripolitânia e o Egipto.
McCain e Sarkozy em romagem à Cirenaica
MISRATA, Libya, April 22 (Reuters) - The Libyan conflict is heading for stalemate, the top U.S. military officer said on Friday, and U.S. Senator John McCain urged the United States to recognise the rebels and transfer frozen Libyan funds to them.
Admiral Mike Mullen, chairman of the U.S. military's joint chiefs of staff, told U.S. troops in Baghdad that Western-led air strikes had degraded between 30 and 40 percent of Muammar Gaddafi's ground forces.
Referring to the conflict, he said: "It's certainly moving towards a stalemate."[ID:nLDE73L07L]
McCain, the most senior Western politician to visit the rebels' eastern stronghold of Benghazi, said the United States should transfer frozen Libyan assets to the rebels and urged NATO to step up it air strikes against Gaddafi's forces.
"I would encourage every nation, especially the United States, to recognise the Transitional National Council as the legitimate voice of the Libyan people," he said.
"They have earned this right and Gaddafi has forfeited it by waging war on his own people," he said.
McCain, the most senior Republican on the U.S. Senate Armed Services Committee, said he had visited a Benghazi hospital where he saw the dead and dying, adding: "It argues for us to help them and to get this thing over with and Gaddafi out."
Sources close to French President Nicolas Sarkozy said he planned to visit Benghazi, probably in the first two weeks of May, and that he wanted British Prime Minister David Cameron to accompany him.
France and Britain have taken the leading role in the Western-led air campaign against Gaddafi's forces.
A source close to Sarkozy's office said France was also in favour of releasing frozen Libyan assets to help finance the rebel movement.
Admiral Mike Mullen, chairman of the U.S. military's joint chiefs of staff, told U.S. troops in Baghdad that Western-led air strikes had degraded between 30 and 40 percent of Muammar Gaddafi's ground forces.
Referring to the conflict, he said: "It's certainly moving towards a stalemate."[ID:nLDE73L07L]
McCain, the most senior Western politician to visit the rebels' eastern stronghold of Benghazi, said the United States should transfer frozen Libyan assets to the rebels and urged NATO to step up it air strikes against Gaddafi's forces.
"I would encourage every nation, especially the United States, to recognise the Transitional National Council as the legitimate voice of the Libyan people," he said.
"They have earned this right and Gaddafi has forfeited it by waging war on his own people," he said.
McCain, the most senior Republican on the U.S. Senate Armed Services Committee, said he had visited a Benghazi hospital where he saw the dead and dying, adding: "It argues for us to help them and to get this thing over with and Gaddafi out."
Sources close to French President Nicolas Sarkozy said he planned to visit Benghazi, probably in the first two weeks of May, and that he wanted British Prime Minister David Cameron to accompany him.
France and Britain have taken the leading role in the Western-led air campaign against Gaddafi's forces.
A source close to Sarkozy's office said France was also in favour of releasing frozen Libyan assets to help finance the rebel movement.
22.4.11
Ainda alguém tem dúvidas quanto à Líbia?
Trump: We Should Take Libya's Oil 4/19/2011 6:23:23 PM
In an interview with WSJ reporter Kelly Evans, potential presidential candidate Donald Trump claims he only supports Libyan intervention provided the U.S. can "take the oil." He also warns of Iran controlling Iraq's oil if the U.S. doesn't secure it first.
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http://online.wsj.com/video/trump-we-should-take-libya-oil/7E12BC15-38AE-465F-949A-CDB65ED6DC75.html
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É difícil ser mais claro do que o foi este potencial candidato à Casa Branca. Só vamos lá ajudar os líbios se for para ficar com o petróleo deles, disse Trump, segundo se lê e ouve no The Wall Street Journal.
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BENGHAZI, Libya – U.S. Sen. John McCain, one of the strongest proponents in Congress of the American military intervention in Libya, said Friday that Libyan rebels fighting Moammar Gadhafi's troops are his heroes.
The top Republican on the Senate Armed Services Committee made the remark after arriving in Benghazi, a city that has been the opposition capital in the rebel-held eastern Libya.
McCain said he was in Benghazi "to get an on the ground assessment of the situation" and planned to meet with the rebel National Transition Council, the de-facto government in the eastern half of the country, and members of the rebel military.
"They are my heroes," McCain said of the rebels as he walked out of a local hotel in Benghazi. He was traveling in an armored Mercedes jeep and had a security detail. A few Libyans waved American flags as his vehicle drove past.
McCain's visit is the highest yet by an American official to the rebel-held east and a boost to the anti-Gadhafi forces. Details of the trip were shrouded in secrecy due to heightened security in a country fiercely divided by the two-month-old anti-Gadhafi rebellion.
McCain's trip comes as Defense Secretary Robert Gates announced Thursday that President Barack Obama has authorized armed Predator drones against forces loyal to Gadhafi. It is the first time that drones will be used for airstrikes since the United States turned over control of the operation to NATO on April 4.
The rebels have complained that NATO airstrikes since then have largely been ineffective in stopping Gadhafi forces.
Invoking the humanitarian disasters in Rwanda and Bosnia in the 1990s, McCain pressed for U.S. military intervention in Libya in February, weeks before the U.N. Security Council authorized military action to protect civilians and impose a no-fly zone.
When Obama acted with limited congressional consultation, McCain defended the president, saying he couldn't wait for Congress to take even a few days to debate the use of force. If he had, "there would have been nothing left to save in Benghazi," the rebels' de-facto capital.
But as the U.S. handed operational control over to NATO — and withdrew U.S. combat aircraft — McCain criticized the administration.
In an interview with WSJ reporter Kelly Evans, potential presidential candidate Donald Trump claims he only supports Libyan intervention provided the U.S. can "take the oil." He also warns of Iran controlling Iraq's oil if the U.S. doesn't secure it first.
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http://online.wsj.com/video/trump-we-should-take-libya-oil/7E12BC15-38AE-465F-949A-CDB65ED6DC75.html
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É difícil ser mais claro do que o foi este potencial candidato à Casa Branca. Só vamos lá ajudar os líbios se for para ficar com o petróleo deles, disse Trump, segundo se lê e ouve no The Wall Street Journal.
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BENGHAZI, Libya – U.S. Sen. John McCain, one of the strongest proponents in Congress of the American military intervention in Libya, said Friday that Libyan rebels fighting Moammar Gadhafi's troops are his heroes.
The top Republican on the Senate Armed Services Committee made the remark after arriving in Benghazi, a city that has been the opposition capital in the rebel-held eastern Libya.
McCain said he was in Benghazi "to get an on the ground assessment of the situation" and planned to meet with the rebel National Transition Council, the de-facto government in the eastern half of the country, and members of the rebel military.
"They are my heroes," McCain said of the rebels as he walked out of a local hotel in Benghazi. He was traveling in an armored Mercedes jeep and had a security detail. A few Libyans waved American flags as his vehicle drove past.
McCain's visit is the highest yet by an American official to the rebel-held east and a boost to the anti-Gadhafi forces. Details of the trip were shrouded in secrecy due to heightened security in a country fiercely divided by the two-month-old anti-Gadhafi rebellion.
McCain's trip comes as Defense Secretary Robert Gates announced Thursday that President Barack Obama has authorized armed Predator drones against forces loyal to Gadhafi. It is the first time that drones will be used for airstrikes since the United States turned over control of the operation to NATO on April 4.
The rebels have complained that NATO airstrikes since then have largely been ineffective in stopping Gadhafi forces.
Invoking the humanitarian disasters in Rwanda and Bosnia in the 1990s, McCain pressed for U.S. military intervention in Libya in February, weeks before the U.N. Security Council authorized military action to protect civilians and impose a no-fly zone.
When Obama acted with limited congressional consultation, McCain defended the president, saying he couldn't wait for Congress to take even a few days to debate the use of force. If he had, "there would have been nothing left to save in Benghazi," the rebels' de-facto capital.
But as the U.S. handed operational control over to NATO — and withdrew U.S. combat aircraft — McCain criticized the administration.
20.4.11
Porto e aeroporto de São Tomé entregues a Angola
São Tomé 20 abr (Lusa) - O primeiro-ministro são-tomense, Patrice Trovoada encontra-se em Luanda para uma visita de 24 horas destinada a acelerar os dossiês sobre a privatização do aeroporto internacional de São Tomé e do porto de Ana Chaves (e sua entrega) à empresa Sonangol.
A situação económica e financeira "difícil" do arquipélago vai ser objeto de análise do chefe do executivo são-tomense com as autoridades angolanas, que estão a negociar também com o Governo são-tomense a compra das ações da companhia de bandeira nacional STP-Airways e a privatização do empresa são-tomense de água e eletricidade (EMAE).
Patrice Trovoada disse hoje aos jornalistas, à saída de São Tomé, que vai aproveitar a oportunidade para solicitar maior "solidariedade política de Luanda", apesar de reconhecer a "importância" da ajuda que Angola tem dado ao desenvolvimento do arquipélago.
A situação económica e financeira "difícil" do arquipélago vai ser objeto de análise do chefe do executivo são-tomense com as autoridades angolanas, que estão a negociar também com o Governo são-tomense a compra das ações da companhia de bandeira nacional STP-Airways e a privatização do empresa são-tomense de água e eletricidade (EMAE).
Patrice Trovoada disse hoje aos jornalistas, à saída de São Tomé, que vai aproveitar a oportunidade para solicitar maior "solidariedade política de Luanda", apesar de reconhecer a "importância" da ajuda que Angola tem dado ao desenvolvimento do arquipélago.
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